https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/issue/feed Revista Brasileira de Sexualidade Humana 2018-12-31T19:14:01-02:00 Ana Cristina Canosa Gonçalves 2publicacao89@sbrash.org.br Open Journal Systems <p>A <em>Revista Brasileira de Sexualidade Humana</em> (RBSH) é um importante periódico científico, com periodicidade semestral, que torna público e acessível os estudos relacionados à sexualidade realizados por profissionais de diversas áreas do conhecimento. É o órgão oficial de divulgação científica da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana (SBRASH). Tem como missão promover acesso a resultados de pesquisas sobre sexualidade tanto para a comunidade científica quanto para o público leigo.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/36 Editorial 2018-12-31T12:53:13-02:00 Tereza Cristina Pereira Carvalho Fagundes tcrispf@uol.com.br 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/37 A CONCEPÇÃO DE PROFESSORES SOBRE SEXUALIDADE 2018-12-31T19:14:01-02:00 Maria José Dias de Freitas mjddfreitas@gmail.com José Roberto da Silva Brêtas bretas.roberto@unifesp.br <p>Trata-se de um estudo descritivo com abordagem qualitativa e produção dos dados por meio&nbsp;de Grupo Focal. Buscou-se conhecer as concepções e dificuldades de professoras de Creche, Educação&nbsp;Infantil e Ensino Fundamental I, sobre a sexualidade no ambiente escolar. A análise dos dados foi realizada&nbsp;mediante a análise de conteúdo temática, do tipo categorial, que produziu duas categorias temáticas. Os&nbsp;resultados apontaram dificuldades das professoras em relação à temática. A falta de conhecimento produz&nbsp;informações e crenças estereotipadas, representadas no cotidiano da escola em forma de preconceito&nbsp;e indiferença. O desconhecimento decorre de três fatores: formação deficiente sobre o tema, construções&nbsp;sócio-históricas e visão da sexualidade centrada no ponto de vista adulto. O estudo sinaliza questões importantes&nbsp;a serem incluídas na formação inicial e continuada de professores.</p> 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/38 DE MENINO A METROSSEXUAL 2018-12-31T12:53:13-02:00 Carlos José Fernandes Telles carlosjosetelles@gmail.com <p>Este estudo aborda a construção da masculinidade na sociedade atual. Entendemos que a mídia&nbsp;tem um papel relevante na construção de identidades, influenciando hábitos e costumes, contribuindo,&nbsp;assim, para propagar a ideologia vigente da sociedade. Para tal, foram categorizados, especificamente, os&nbsp;sumários on line de três revistas masculinas durante o período de setembro de 2010 a junho de 2012. Os&nbsp;resultados sugerem a coexistência de diversos temas relacionados ao universo do homem contemporâneo,&nbsp;destacando-se estilo, cultura e lazer e sexo como indicadores importantes na construção da masculinidade&nbsp;na contemporaneidade.</p> 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/39 FATORES RELEVANTES NA INICIAÇÃO SEXUAL 2018-12-31T19:10:52-02:00 Vilma Maria Silva vilminha.msilva@gmail.com Rosemary de Jesus Machado Amorim roseamorim@gmail.com Romualda Castro do Rêgo Barros romycastro1@hotmail.com Marly Javorski marly_11j@hotmail.com Bianca Arruda Manchester de Queiroga queiroga.bianca@gmail.com Rógerson Tenório de Andrade rogersonandrade@gmail.com Luciane Soares de Lima luciane.lima.wanderley@gmail.com <p>Na adolescência a sexualidade tem significado especial, já que o indivíduo inicia a consolidação da&nbsp;identidade sexual e atinge a capacidade reprodutiva. A primeira relação sexual acontece cada vez mais cedo&nbsp;e a vivência saudável do período de experimentação inerente à adolescência contribuirá para formação de&nbsp;adultos capazes de tomar decisões conscientes e planejadas ao longo da vida, evitando situações traumáticas.&nbsp;Este trabalho qualiquantitativo é resultado de dissertação com objetivo de conhecer as opiniões dos&nbsp;adolescentes de uma escola pública em relação a fatores relevantes para iniciação sexual. A população foi&nbsp;constituída de adolescentes entre 15 e 19 anos e a amostra foi composta por 61 adolescentes. Foi utilizada&nbsp;a técnica do Discurso do Sujeito Coletivo com o auxílio do Qualiquantisoftware. As categorias identificadas&nbsp;foram: práticas preventivas; sentimentos e parceria; estrutura pessoal, familiar e financeira; rede de apoio;&nbsp;protagonismo juvenil e gênero feminino: responsabilidade, desconhecimento e submissão. Embora este&nbsp;assunto seja muito abordado, muitos adolescentes não trazem as informações para seus contextos de vida.&nbsp;Recomenda-se que as famílias e as escolas priorizem espaços para discussão desse tema, além do acesso às&nbsp;políticas de saúde sexual e reprodutiva.</p> 2018-12-31T12:15:24-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/40 DESPATOLOGIZAÇÃO DA TRANSEXUALIDADE 2018-12-31T12:53:13-02:00 Rafael De Tilio rafaeldetilio.uftm@gmail.com <p>A transexualidade é definida como a discordância entre sexo biológico atribuído no nascimento&nbsp;e gênero autodeclarado pelo sujeito, decorrendo numa situação psicopatológica e estigmatizante que,&nbsp;contudo, é condição para que esses sujeitos tenham acesso às intervenções hormonais e cirúrgicas (redesignação&nbsp;sexual) no sistema único de saúde brasileiro. A presente pesquisa teve por objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura científica nacional sobre a despatologização da transexualidade. Foram considerados&nbsp;na amostra final 11 artigos completos publicados entre 2006 e 2016 nas bases de dados LILACS,&nbsp;PePSIC e SciELO. Os principais resultados indicam que são artigos qualitativos e teóricos que discutem as&nbsp;dificuldades de inserção dos transexuais no sistema público de saúde e na sociedade, sendo a despatologização&nbsp;e a crítica da cisheteronormatividade essenciais para o exercício de seus direitos.</p> 2018-12-31T12:14:34-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/41 HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO SEXUAL NO BRASIL 2018-12-31T19:08:23-02:00 Rita Cássia Pereira Bueno ritabueno@bol.com.br Paulo Rennes Marçal Ribeiro paulorennes@fclar.unesp.br <p>Este artigo traça um panorama da Educação Sexual no Brasil, apontando os principais marcos&nbsp;históricos e as iniciativas mais importantes que visaram a implantação da Educação Sexual no país. Inicia&nbsp;sua análise histórica nas primeiras décadas do século XX, centrando nos anos 1960 e seguintes. Os anos<br>1940-1950 constituíram um período de vasta produção bibliográfica, os anos 1960 foram os anos das primeiras&nbsp;ações efetivas de Educação Sexual em escolas e os anos 1980 o período em que órgãos de governos&nbsp;municipais e estaduais desenvolveram projetos de Educação Sexual.</p> 2018-12-31T12:13:14-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/42 O HOMEM CANSADO 2018-12-31T12:53:14-02:00 Breno Rosostolato brenorosostolato@gmail.com <p>É inegável a importância dos movimentos emancipatórios e de autonomia dos sujeitos. Proporcionando&nbsp;debates, reflexões e estabelecendo espaços de diálogo para fertilizar temas emergentes e considerados&nbsp;tabus. São sistemas essencialistas, falas que ecoam violências, culturas de abusos e negação de<br>direitos, estes movimentos identitários legitimam aqueles que sofrem por causa de políticas silenciadoras&nbsp;e invisibilidade. Esse é o cenário propício para refletirmos sobre as masculinidades que estabelecem segregações&nbsp;dessas identidades, pautadas em privilégios e generificações de corpos, desejos e subjetividades,&nbsp;mas também, enquanto políticas de poder. Olhar para as masculinidades é olhar para as masculinidades&nbsp;tóxicas e as relações de dominação. Masculinidades alexitímicas. Constatar que não são imóveis e intocáveis,&nbsp;mas revelam pluralidades e estão em plena transformação. Eis o homem angustiado e cansado que,&nbsp;marcado pelo totalitarismo patriarcal, não mais o sustenta e que, uma vez se reconhecendo neste contexto&nbsp;de exploração, arbitrariedades e violências, não admite mais estas condições. É diante de rupturas de fronteiras,&nbsp;entre o patriarcalismo colonial, masculinidades emancipatórias e interseccionalidades com as feminilidades&nbsp;que localizamos novas perspectivas de ser-homem e a crítica a uma masculinidade sem hegemonias,<br>compreendendo que outras identidades e protagonismos devem ser respeitados.</p> 2018-12-31T12:12:22-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/43 HOMOFOBIA E MISOGINIA NO MEDIEVO 2018-12-31T12:53:14-02:00 Felipe Adaid felipeadaid@gmail.com <p>O presente artigo tem por objetivo discorrer sobre as raízes da homofobia e sua possível relação&nbsp;com a misoginia; para tal, importa a retomada do passado na busca por respostas. Neste sentido, inicialmente&nbsp;se questiona a plausível relação entre os fenômenos homofóbico e misógino com a própria questão<br>do falocentrismo. Desta feita, este trabalho discorrerá a respeito da violência no período medieval, ou&nbsp;seja, no contexto histórico e econômico europeu, sobremodo no que tange os valores influenciados pela&nbsp;Igreja Católica e a noção do pecado e do ódio ao prazer. A pergunta, pois, que resume a pesquisa pode<br>ser formulada assim: qual a relação entre a homofobia e a misoginia no período da Idade Média, tendo em&nbsp;vista o falocentrismo? No que se refere ao método de pesquisa, o artigo foi elaborado por meio de revisão&nbsp;bibliográfica e busca de literatura, sobretudo no campo histórico e antropológico.</p> 2018-12-31T12:11:06-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/44 SEXUALIDADE E DIVERSIDADE SEXUAL NA FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA 2018-12-31T12:53:14-02:00 Ana Cláudia Bortolozzi Maia aclaudia@fc.unesp.br Marcela Pastana marcelapas@gmail.com <p>Trata-se de uma discussão teórica sobre os temas sexualidade e diversidade na formação em&nbsp;Psicologia, a partir de três pontos fundamentais: 1) A sexualidade como uma construção histórica, 2) A&nbsp;Psicologia frente à normatividade e ao preconceito e o Código de Ética Profissional e; 3) A formação em&nbsp;Psicologia e a diversidade sexual. Conclui-se que, apesar do reconhecimento do direito à sexualidade com&nbsp;uma expressão múltipla e diversa, concepções normativas e preconceituosas ainda imperam em senso&nbsp;comum e também na prática de psicólogos; por isso a necessidade em se investir na formação desses profissionais<br>que deveriam, por princípio, respeitar e defender o direito à sexualidade plural.</p> 2018-12-31T12:10:05-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/49 SEXUALIDADE E GESTAÇÃO 2018-12-31T12:53:14-02:00 Andreia Aparecida Fiamoncini andreiafiamoncini@hotmail.com Margareth de Mello Ferreira dos Reis margarethreis@uol.com.br <p>O período da gestação constitui uma fase de grandes alterações emocionais, fisiológicas e sociais&nbsp;e tem repercussão na expressão da sexualidade da mulher e do casal. A sexualidade é um comportamento&nbsp;que se expressa por sentimentos, pensamentos, estímulos, intimidade e prazeres e, no período da gestação,<br>essas características devem ser ainda mais valorizadas para que o casal possa manter-se em harmonia.&nbsp;Trata-se de um artigo de revisão da literatura, tendo como objetivo avaliar a resposta sexual e o comportamento&nbsp;sexual de mulheres no período gestacional. É relevante também identificar possíveis influências e&nbsp;interferências na manifestação desse comportamento e resposta sexual, como crenças, mitos e a própria&nbsp;relação conjugal. Verificou-se através dos estudos que as modificações fisiológicas, emocionais e comportamentais&nbsp;interferem no desejo, excitação e satisfação sexual, no entanto, se houver diálogo,&nbsp; afetividade, intimidade emocional e sexual na relação conjugal, essas alterações podem ser melhor superadas nessa&nbsp;fase. Na literatura foi demonstrado que há uma diminuição no desejo e na excitação no primeiro e terceiro&nbsp;trimestres da gestação e que há aumento de desejo e frequência sexual no segundo trimestre devido às&nbsp;alterações fisiológicas inibidoras terem se normalizado e por conta do aumento da autoestima, valorização&nbsp;do corpo e variações hormonais que favorecem esse período. Identificou-se que crenças, mitos e tabus&nbsp;também têm sua parcela nas alterações de desejo e frequência sexual e, de modo geral, o que se evidenciou&nbsp;foi o medo de machucar o feto e/ou a grávida. Estímulos que transpassam os órgãos sexuais se mostraram&nbsp;de grande valia, se tornando necessário explorar novas formas de sentir prazer e adaptar posições sexuais.</p> 2018-12-31T12:04:49-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/46 SEXUALIDADE NA LONGEVIDADE E SUA SIGNIFICAÇÃO EM QUALIDADE DE VIDA 2018-12-31T12:53:14-02:00 Francisco Fabrício Firmino de Oliveira secretaria@unicorpmais.com.br Kay Francis Leal Vieira pos@unipe.br <p>O artigo consiste numa revisão da literatura sobre a sexualidade na longevidade e sua contribuição&nbsp;para a qualidade de vida da pessoa idosa. Inicialmente, trazemos um breve resumo sobre sexualidade&nbsp;na longevidade com seus aspectos positivos que perpassam gerações trazendo qualidade de vida, saúde<br>e bem estar e resignificando a vida dos idosos. Discorremos sobre mitos e verdades no quesito sexualidade&nbsp;na vida dos longevos. Por fim, destacamos as motivações dos idosos para a manutenção de uma vida sexual&nbsp;ativa com suas inovações e adaptações, considerando que apesar do envelhecimento trazer modificações&nbsp;na vida sexual da pessoa idosa é importante ressaltar que as vivências sexuais se mostra essencial para que&nbsp;se envelheça com uma boa qualidade de vida.</p> 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/48 VIOLÊNCIA CONTRA ADOLESCENTES E JOVENS HOMOSSEXUAIS E OS IMPACTOS NA SAÚDE 2018-12-31T12:53:14-02:00 Iara Falleiros Braga iarafalleiros@gmail.com Taison Regis Penariol Natarelli taison.natarelli@hotmail.com Marilurdes Silva Farias malufariasbr@yahoo.com.br Marta Angélica Iossi Silva maiossi@eerp.usp.br <p>Realizou-se uma revisão integrativa com o objetivo de investigar as evidências disponíveis na&nbsp;literatura sobre a violência contra adolescentes e jovens homossexuais. Foram consultadas as bases de&nbsp;dados PubMed, LILACS, CINAHL e Web of Science considerando as publicações de 2010 a 2015. Foram&nbsp;selecionados 14 artigos a partir dos quais foram extraídas três unidades temáticas: tipos de violência e seus&nbsp;contextos; Impactos da violência na saúde e Sexualidade e educação. Os resultados evidenciaram que&nbsp;a violência tem potencializado a vulnerabilidade a que os adolescentes e jovens estão expostos. A heteronormatividade&nbsp;tem legitimado a produção e a manutenção de diversas situações de violência, em diversos&nbsp;contextos de convivência desses adolescentes e jovens, com sérios impactos em suas saúdes. Ressalta-se&nbsp;a necessidade de futuras pesquisas acerca da violência sofrida e vivenciada no cotidiano dessa população,&nbsp;buscando contribuir para políticas públicas e de formação profissional, especialmente nas áreas da saúde&nbsp;e da educação, que se pautem na proteção integral, na equidade, nos direitos humanos, no respeito à diversidade&nbsp;sexual, visando a ressignificação da normalidade expressa pela sexualidade enquanto um dispositivo&nbsp;de poder e controle, e o seu padrão heteronormativo.</p> 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/50 CONCEPÇÕES E RELATOS DE ADOLESCENTES COM ALTAS HABILIDADES OU SUPERDOTAÇÃO SOBRE ASPECTOS PSICOSSOCIAIS DA SEXUALIDADE 2018-12-31T18:56:08-02:00 Ana Cláudia Bortolozzi Maia claudia.bortolozzi@unesp.br 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/51 SEXOTERAPIA 2018-12-31T12:53:13-02:00 Nathalia Ziemkiewicz nathalia.zcp@gmail.com 2018-12-31T00:00:00-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana https://sbrash.emnuvens.com.br/revista_sbrash/article/view/52 ENTREVISTA COM A PSICÓLOGA E SEXÓLOGA ANA CANOSA 2018-12-31T12:53:13-02:00 Sheila Reis publicacao89@sbrash.org.br 2018-12-31T12:34:34-02:00 Copyright (c) 2018 Revista Brasileira de Sexualidade Humana